Depoimentos
O que as famílias dizem
Campinas, SP — julho 2025
Minha mãe tem 81 anos e mora sozinha. A Nêspera começou com um dia por semana — só para ver como funcionava. Hoje já fazemos isso há oito meses. O que mais me alivia é saber que a assistente é sempre a mesma. Minha mãe já sabe o nome dela, já espera ela chegar. Isso faz diferença.
Campinas, SP — junho 2025
Contratamos para acompanhar meu pai nas consultas. Ele não gosta de depender da família para esse tipo de coisa, então ter alguém de fora resolve sem melindres. A coordenadora sempre confirma o agendamento antes e manda nota depois. Funciona.
Campinas, SP — julho 2025
Minha avó estava num período difícil — ela não queria ajuda de nenhum de nós, achava que era fraqueza. A Nêspera sugeriu apresentar a assistente como alguém que vinha para organizar a casa, não para cuidar dela. Deu certo. Em dois meses a relação estava ótima.
Campinas, SP — junho 2025
Estamos no plano completo há quatro meses. A escala é enviada antes do mês começar, o que facilita o planejamento. Quando uma assistente faltou uma vez, a substituta estava avisada e chegou no horário. Não precisamos ligar para cobrar nada.
Campinas, SP — julho 2025
Comecei a usar para saídas avulsas — meu pai tem consultas regulares e eu não consigo sempre acompanhar. Já usei quatro vezes. A nota que mandam depois sempre tem algo que eu não sabia, algum comentário do médico ou algo que ele pediu durante a saída. Vale muito.
Campinas, SP — maio 2025
O que me convenceu foi a entrevista com a assistente antes de começar. Minha mãe teve voz no processo — ela aprovou a pessoa que ia entrar na casa dela. Isso mudou a disposição dela para aceitar o serviço. Pequeno detalhe, grande diferença.
Histórias
Como funcionou em três situações diferentes
Uma casa que não queria ajuda
Mulher de 78 anos, morando sozinha. Família preocupada com queda de energia e alimentação irregular. Ela resistia à ideia de "uma pessoa em casa".
Apresentação da assistente como alguém para ajudar na casa, não para cuidar dela. A rotina começou pelo que ela queria — cozinhar junto, ir ao mercado. O resto foi chegando devagar.
A assistente passou a ser esperada. A família notou melhora no apetite e no humor. A resistência inicial não voltou.
Família que morava em outra cidade
Homem de 84 anos em Campinas, filhos em São Paulo. Consultas mensais, supermercado, farmácia — tudo que precisava de um acompanhante, e a família não estava perto.
Saídas agendadas individualmente. A coordenadora confirmava o transporte com antecedência. Nota enviada para a filha após cada saída, com o que havia acontecido na consulta.
Dezoito saídas realizadas sem intercorrência. A família diz que o serviço "resolve o que a distância não deixava resolver".
Transição do dia a dia para o suporte completo
Começou com um dia semanal. Após seis meses, a família percebeu que a mãe precisava de mais presença — especialmente à noite e nos finais de semana.
A transição para o plano completo foi feita em uma conversa. A assistente regular continuou no quadro. A escala foi montada no mês seguinte.
Família com acesso a relatório mensal e ligação com a coordenadora. Diz que a tranquilidade atual não tem comparação com o período anterior.
Em números
Trajetória
70+
4
100%
0
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